Os interessados em artes, arqueologia, geologia, ecoturismo ou turismo cultural já podem ter uma coletânea de imagens ricas e inéditas das pinturas e gravuras executadas por populações indígenas antepassadas no Brasil.Lançado na última terça-feira (6), o livro "Brasil Rupestre - Arte Pré-Histórica Brasileira" denuncia, sobretudo, a falta de preservação dos sítios arqueológicos nacionais e o quanto não se sabe sobre o passado do país antes da chegada dos invasores europeus. Os arqueólogos divergem sobre a datação dos primeiros registros no país - entre 10 mil e 30 mil anos atrás.
O cineasta e artista plástico Marcos Jorge, o doutor em pré-história pela Sorbonne André Prous e a doutora em arqueologia pela USP Loredana Ribeiro percorreram mais de cem sítios arqueológicos, distribuídos em 32 municípios de 15 Estados brasileiros, focados no tema da arte pré-histórica.
A obra é mais um tratado científico e artístico sobre a arte pré-histórica do que um guia para o conhecimento dos sítios arqueológicos. Não existem indicações para se chegar aos locais, e muitas áreas estão restritas às pesquisas de arqueólogos. A maioria dos sítios não tem infra-estrutura turística.
Apenas quatro conjuntos de sítios rupestres foram tombados em nível federal: Pedra do Ingá (PB), Serra da Capivara (PI), Lapa da Cerca Grande (MG) e Ilha do Campeche (SC). Empresas e ONGs também cuidam dos sítios da Praia do Santinho (SC) e da Lapa do Ballet (MG). Esses locais recebem visitações do público em geral.
Para ler a matéria completa: http://viagem.uol.com.br/ultnot/2007/03/09/ult4466u10.jhtm

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