
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Impugnação de João da Costa domina debate em Recife

Instituto toca "Racional", de Tim Maia, e faz show histórico no Rec-Beat

O Instituto fez um show inebriante, daqueles que entram para a história, na terceira noite do Rec-Beat 2007, que acontece até esta terça (20) no Cais da Alfândega, no Recife Antigo. O coletivo paulista reviveu o repertório do clássico da MPB "Tim Maia Racional", com participações de B Negão, Carlos Dafé, Thalma de Freitas e China.
O DJ Primo abriu o espetáculo com mixagens das canções, por volta das 23h40. Minutos depois, B Negão entrou no palco com "Quer Queira, Quer Não Queira" - era apenas o começo das mensagens "de um lugar superior", como diz a música, que já levou o público a um estado de êxtase. Os rifes estrondosos do guitarrista Fernando Catatau (Cidadão Instigado) anunciavam a celebração da "cultura racional", numa interpretação fidedigna dos arranjos originais.
Para ler a matéria completa: http://noticias.uol.com.br/carnaval/2007/ultnot/ult4338u276.jhtm
http://noticias.uol.com.br/uolnews/cultura/2007/02/21/ult2513u160.jhtm#
Digital Groove:http://noticias.uol.com.br/carnaval/2007/ultnot/ult4338u144.jhtm
Erasto Vasconcelos faz show com clima de nostalgia no Rec-Beat

Depois foi a vez de "Mauricéia", seguida de "Bloco da Rosa", um novo frevo de bloco com a letra singela, doce e terna. Um dos versos diz "que mania eu tenho de amor". Antes de apresentar a canção, Erasto a dedicou para todos os frevos da cidade, ritmo que completou cem anos no dia 9.
Casal ioiô luta contra "indo e vindo infinito"
Num dia, tudo é "love is in the air". No outro, já não sabem se querem continuar juntos. Se tal novela faz parte da sua vida, bem-vindo ao clube dos relacionamentos ioiô, aqueles cujas indas e vindas parecem infinitas e os amados sofrem quando estão juntos e separados.
Mas, afinal, por que isso acontece? De acordo com nove especialistas ouvidos pela Folha, o motivo principal é um embate entre o medo da intimidade e do compromisso e o pavor de ficar só.
A baixa auto-estima coloca um pouco mais de brasa nessa fogueira, diz o psicanalista Jorge Forbes. Sem esperança de ter uma relação melhor, os casais se agarram à que tem, mesmo insatisfeitos. Os atritos provocam brigas e separações, mas eles não conseguem romper de uma vez por todas.
A imaturidade dos enamorados também leva ao junta-separa dos casais ioiô, opina o psiquiatra Marco Antônio Spinelli. Nessa arena, entram em jogo uma intolerância à frustração e uma falta de capacidade de se manter num projeto amoroso.
Para ler a matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4079.shtmlIndefinição no Fies prejudica bolsistas do Prouni
A apenas uma semana do encerramento do prazo de confirmação das bolsas do Prouni (Programa Universidade para Todos), o MEC (Ministério da Educação) ainda não definiu a data de abertura do Fies (Financiamento Estudantil). A indefinição prejudica bolsistas parciais (50%) do Universidade para Todos que precisam negociar com o governo federal o restante do pagamento das mensalidades. O fundo permite a cobertura de 25% do valor da dívida.
"Consegui uma bolsa parcial do Prouni (50%) no primeiro semestre de 2006, mas até agora não apareceu nada sobre o Fies, mesmo para quem obteve o benefício no 2º semestre. Terei de desistir de estudar porque não posso pagar os outros 50% da mensalidade", disse Giordano Santos, estudante do Unesc (Centro Universitário do Espírito Santo), em e-mail enviado ao UOL Vestibular. Somente no seu curso (medicina), há 25 bolsistas parciais do programa.
Para ler a matéria completa: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2006/07/07/ult798u15056.jhtm30% das melhores empresas oferecem educação às famílias dos funcionários
Cerca de 30% das melhores empresas no Brasil, segundo ranking das revistas Exame e Você S/A em 2006, oferecem subsídios na educação para parentes dos funcionários. A pesquisa da FIA (Fundação Instituto de Administração), ligada à USP (Universidade de São Paulo), aponta que 44 (29,33%) das 150 eleitas cobrem as despesas em ensino dos empregados e de suas famílias.
O grande trunfo neste tipo de ação, segundo cinco especialistas ouvidos pelo UOL Educação, é uma permanência do profissional a longo prazo no trabalho. Para Jorge Duarte, gestor da área de desenvolvimento social do Senac/SP (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de São Paulo), os benefícios sociais criam uma fidelização e um comprometimento maior dos colaboradores para com a empresa.
Para ler a matéria completa: http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot/ult105u4726.jhtm"1.000 Lugares Para Conhecer Antes De Morrer" é guia de viagem imprescindível
Destacam-se, sobretudo, as escolhas dos itinerários, frutos de pesquisas realizadas durante sete anos. A jornalista apresenta os principais pontos turísticos do mundo, mas não fica apenas nos clichês consagrados. No Brasil, por exemplo, não se pode deixar de provar o acarajé nos tabuleiros das baianas, em Salvador, com indicação, preços e endereços das mais renomadas: Cira, Regina e Dinha.
Em termos de referências culturais, o guia não deixa a desejar. Schultz explica com excelência os contextos históricos e mostra conhecimento sobre as manifestações populares típicas de cada região. Há também dicas de passeios, estadias e locais preferidos de pintores, escritores e poetas famosos. No capítulo sobre a praia de Itacaré (BA), a autora enaltece as paisagens paradisíacas que serviram de inspiração e imortalizaram o romance "Gabriela, Cravo e Canela", de Jorge Amado.
Para ler a matéria completa: http://viagem.uol.com.br/ultnot/2006/10/19/ult2445u2729.jhtm
Livro revela arte pré-histórica e denuncia falta de preservação dos sítios arqueológicos no Brasil
Os interessados em artes, arqueologia, geologia, ecoturismo ou turismo cultural já podem ter uma coletânea de imagens ricas e inéditas das pinturas e gravuras executadas por populações indígenas antepassadas no Brasil.O cineasta e artista plástico Marcos Jorge, o doutor em pré-história pela Sorbonne André Prous e a doutora em arqueologia pela USP Loredana Ribeiro percorreram mais de cem sítios arqueológicos, distribuídos em 32 municípios de 15 Estados brasileiros, focados no tema da arte pré-histórica.
Catártico, castelo de Neuschwanstein possui cenário de conto de fadas

Para ler a matéria completa: http://viagem.uol.com.br/ultnot/2007/07/02/ult4466u107.jhtm
Após 4 anos, ex-vocalista do Cranberries volta à cena mais madura e com rock experimental
Após quatro anos se dedicando à vida em família, Dolores O'Riordan, ex-vocalista do Cranberries, volta aos palcos com a veia existencialista que lhe é peculiar desde os tempos da antiga banda. O marco da nova fase da carreira são as letras, agora fruto de uma fase mais madura da vida, e o experimentalismo na sonoridade, mais voltada para o rock. O primeiro álbum solo desde o fim do grupo, em 2003, é o "Are You Listening", cuja turnê de lançamento no Brasil começou em Porto Alegre (25) e termina em São Paulo nesta terça-feira (28).Em entrevista ao UOL, a irlandesa de Limerick ainda fala da relação com as filhas e pessoas queridas que já morreram, filosofa sobre o sentido da vida e revela quais suas influências e preferências musicais na atualidade --entre elas Lily Allen, Amy Winehouse e Dido. E ainda protesta por mais "poder às mulheres" no mundo da música. Veja a íntegra: http://musica.uol.com.br/entrevistas/2007/08/27/ult3838u120.jhtm
Paulinho da Viola
Na música "14 Anos", Paulinho fala que seu pai o aconselhou a ser "doutor", em vez de seguir a carreira de músico. Ainda bem que ele não deixou seu samba encabulado de lado. Exatos 50 anos depois, e aos 64 de idade, o compositor lança o DVD "Acústico MTV Paulinho da Viola", cujo repertório de 21 músicas desfila por sucessos antigos, quatro inéditas e duas canções não tão conhecidas. O trabalho resultou numa primorosa produção, digna de quem faz com talento o que tanto gosta, após todo esse tempo. E se tornou um dos maiores sambistas da história.O álbum não é mais do mesmo, fato comum quando se trata do formato acústico, porque Paulinho esteve à frente da escolha do cancioneiro (a única intromissão da gravadora foi a inclusão de "Nervos de Aço", de Lupicínio Rodrigues) e trabalhou detalhadamente as melodias com os músicos e suas três cantoras de apoio, entre elas Cristina Buarque.
O cantor revelou três novas pérolas: "Vai Dizer Ao Vento", "Bela Manhã" e "Ainda Mais", essa última em parceria com Eduardo Gudin. Da Viola ainda musicou "Talismã", cuja letra é de autoria de Arnaldo Antunes e Marisa Monte. Deu mais dois tiros certeiros: reviveu "Amor É Assim" e "Foi Demais", lançadas originalmente no disco "Zumbido" (1979). Não deixou faltar "Timoneiro", "Coração Leviano", "Sinal Fechado", "Para Um Amor no Recife" e "Pecado Capital". E só mudou o arranjo de "Tudo Se Transformou", agora mais lenta.
O DVD traz mais sucessos do que a versão em CD -entre eles "Dança da Solidão", "Onde A Dor Não Ter Razão", "Argumento", "Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida" e "Só O Tempo", além de um making of precioso, que conta com depoimentos de Elton Medeiros, Arnaldo Antunes e dos músicos que acompanham o cantor há uma longa data, a exemplo de Didinho, que está com ele faz 37 anos. A MTV também teve o cuidado de contextualizar didaticamente com legendas e fotos quem foram os criadores do samba carioca, à medida em que Paulinho explicava sua história com o ritmo, no bairro de Botafogo, no Rio.
O "Acústico MTV Paulinho da Viola" é um deleite sobre a trajetória de um verdadeiro phD do samba. (http://musica.uol.com.br/lancamentos/dvd/2007/10/12/ult2296u280.jhtm)
Interpol
Em um primeiro momento, este terceiro álbum do Interpol, "Our Love to Admire", pode vir a decepcionar os ouvintes acostumados ao impactante, forte e catártico "Antics", segundo disco da banda, lançado em 2004.Porém, após algumas audições, percebe-se melhor a qualidade do novo trabalho. Os nova-iorquinos buscaram novos caminhos e conceitos musicais, o que denota personalidade e amadurecimento por parte da banda.
Com melodias menos pop do que o álbum anterior, as canções estão mais cruas e menos lineares. Não há aqueles refrãos apoteóticos de "Antics", e tampouco existe a seqüência de "uma música melhor do que a outra".
O produtor Rich Costey, que já trabalhou com o Muse, construiu um clima misterioso, existencialista e em constante transformação no decorrer das músicas. Em "Lighthouse", última canção, os ecos da voz de Paul Banks evocam a sensação de se estar em um lugar inóspito, com paisagens intocadas.
A banda também utiliza efeitos que beiram à psicodelia e arranjos de guitarra mais trabalhados --e às vezes bem rápidos, a exemplo de "Who Do You Think" e "The Heinrich Maneuver".
Um grande diferencial do disco é o vocal de Banks. Agora agudo, lembra mais Michael Stipe do R.E.M., nos anos 90, do que o grave Ian Curtis (Joy Division), como no segundo álbum. A dramaticidade de sua voz produz um efeito devastador.
As letras continuam a falar de amores mal-resolvidos, questões existenciais e até da angústia que é viver sob o efeito das drogas, como em "Rest My Chemistry". "No I In Threesome" é candidata ao posto de maior balada dor-de-cotovelo do álbum.
Com "Our Love To Admire", conclui-se que o Interpol não fica apenas preso à cena atual que revitaliza o pós-punk --possui capacidade criativa para produzir música de qualidade além de fórmulas hypadas. (http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/07/30/interpol.jhtm)
Outras críticas de CDs e DVDs:
Ringo Starr: http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/10/23/ringostarr.jhtm
China: http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/11/05/china.jhtm
Kt Tunstall: http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/11/09/kttunstall.jhtm
Britney Spears: http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/11/14/britneyspears.jhtm
Siba e a Fuloresta: http://musica.uol.com.br/lancamentos/2007/11/12/siba.jhtm
Ira!: http://musica.uol.com.br/lancamentos/dvd/2007/08/14/ira_invisivel_dj.jhtm
Nando Reis: http://musica.uol.com.br/lancamentos/dvd/2007/08/01/nando_reis.jhtm
The Rakes mostra que rock dançante é sua especialidade no Festival Indie Rock
O The Rakes mostrou que música dançante é a sua especialidade durante o encerramento do Festival Indie Rock, nesta sexta-feira (27), em São Paulo. As quase 1.500 pessoas que compareceram ao evento, de acordo com a organização, pularam e dançaram sem parar ao som do rock de influência pós-punk do quarteto inglês almofadinha, a atração mais esperada da noite."Vamos passar o dia de amanhã aqui, mas o pessoal do Rio de Janeiro nos disse que em São Paulo não tem nada para fazer... [eles se apresentaram na versão carioca do festival na última quinta-feira]. O que vocês acham?", perguntou, em tom de brincadeira, o vocalista Alan Donohoe aos paulistanos. No segundo seguinte gritou: "São Paulo Rock's!", cativando ainda mais a platéia.
Com rock romântico e vibrante, Magic Numbers faz show catártico no Festival Indie Rock em SP
O grupo The Magic Numbers, a atração mais aguardada do primeiro dia do Festival Indie Rock, em São Paulo, fez um show catártico na noite desta quinta-feira (26) no Via Funchal. Com duas horas de apresentação, a banda mostrou um rock romântico, enérgico e cativante para cerca de 1.800 pessoas, segundo a organização do evento.The Magic Numbers é uma daquelas bandas cujo som cresce bastante ao vivo. Um rock and roll estonteante, harmônico, feito sob arranjos vibrantes e solos de guitarra que remetem a Neil Young, marcou o show. Não é à toa que o grupo tem influências do country e da era hippie dos anos 60. Foi a segunda vez no Brasil (na quarta-feira, 25, eles tocaram na versão carioca do festival), e sorte de quem assistiu.
Os exímios músicos do quarteto inglês emocionaram a platéia, visivelmente contente. A primeira música, "This Is A Song", do segundo álbum "Those The Brokes", abriu a vigorosa apresentação, baseada também em levadas de soul e groove e na suavidade sonora dos Mamas & The Papas. As vozes doces de Angela Gannon (teclados), Romeo Stodart (guitarra) e Michele Stodart (baixo) comandaram a atmosfera apoteótica e calorosa que tomaria conta do local dali em diante.Logo depois veio "Take a Chance", do CD mais recente. "Forever Lost", o hit mais conhecido nas rádios e pistas brasileiras, do primeiro CD, que leva o nome da banda, teve direito a coro e palmas sincronizadas. Em seguida, entoaram "Love's A Game", de refrão melódico e pop.
Para ler a matéria completa: http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/07/27/ult89u7793.jhtm
Madeleine Peyroux emociona SP com força intimista do jazz
Belas e emocionantes. Não há palavras mais adequadas para definir as músicas, figura e apresentação de Madeleine Peyroux na noite desta terça-feira (18) no Via Funchal com lotação esgotada em São Paulo, segundo a organização do evento. Não é um show apoteótico, mas intimista, que comove pela sensibilidade das letras e interpretação da cantora e dos instrumentistas que a acompanham.As cerca de 3.100 pessoas sentadas puderam conferir, durante uma hora e 45 minutos, por que a diva norte-americana que passou dez anos na França e começou a carreira se apresentando nas ruas de Paris, a exemplo da rainha francesa da chanson, Edith Piaf, é hoje em dia uma das mais aclamadas pela crítica de jazz mundial.
As canções passeiam no limiar entre o folk, o blues e o cool jazz, todas com bases acústicas. Mas, entende-se que Madeleine pertence ao novo time de divas do jazz porque há espaço para a improvisação de solos instrumentais em seu trabalho --elemento fundamental que caracteriza o gênero musical, sobretudo ao vivo. Ainda que haja mais groove do que imprevisibilidade. E também pela variação de tons de seus vocais.
A maioria das músicas apresentadas pela cantora foram do segundo e terceiro discos, "Careless Love" e "Half The Perfect World", respectivamente. Ela abriu a noite com "Blue Alert", escrita por Leonard Cohen e Anjani Thomas, fruto do trabalho mais recente. Em seguida vieram "Don't Cry Baby" e "Don't Wait Too Long", esta última uma das originais mais respeitáveis de Peyroux.
Para ler a matérica completa: http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/09/19/ult89u8009.jhtmNação Zumbi faz show impecável para lançar "Fome de Tudo" em São Paulo
Os "malungos" da Nação Zumbi levaram 2.000 pessoas para o show de lançamento do disco "Fome de Tudo", no Citibank Hall, em São Paulo, nesta quarta-feira (21). Com 63% da capacidade de lotação da casa de shows, o que se viu foi uma catarse coletiva e uma apresentação impecável, que durou cerca de duas horas, com sucessos de todos os álbuns.No palco, os músicos mostraram por que a Nação Zumbi é a melhor banda do Brasil da atualidade. A bateria de Pupillo, a percussão de Gilmar e Toca Ogan, o baixo de Dengue e a guitarra de Lucio Maia mantêm ao vivo a mistura de peso e influências diversas, que vão do rock ao dub. Os mangueboys conseguem se reinventar por outros caminhos musicais, como no novo CD, agora mais pop e melódico do que os anteriores. A crítica social permanece afiada. Também é nítida a evolução visual do espetáculo da banda com o passar dos anos. Outro ponto que merece ser enfatizado é que os vocais de Jorge Du Peixe agora soam limpos ao vivo --é possível entender claramente as letras após os treinamentos de canto do produtor Mario Caldato, na preparação de "Fome de Tudo". É por isso que o grupo continua a empolgar a platéia com a mesma energia de 15 anos atrás.
Os destaques da apresentação foram as novas versões de antigos sucessos, ora mais "metaleiros", ora mais "afrobetianos" e calcados em música jamaicana; as participações especiais da cantora Céu e do cantor conterrâneo Junio Barreto; e quatro telões que exibiam belas imagens psicodélicas, da cultura popular nordestina, do símbolo da capa do novo CD, entre outras, criadas pelo coletivo de VJs Embolex.
Para ler a matéria completa: http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/11/22/ult89u8246.jhtm
